O ano que podia ter sido
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".
O ano que termina visto pelo cartoonista Vasco Gargalo.
O voto socialista de Ventura, a idade de Cotrim Figueiredo, a pedofilia no Chega, o elitismo da IL. O debate entre os candidatos apoiados pelo Chega e IL foi sujo, confrontacional, informal e pessoal. No fim, ganhou o liberal (porque bateu mais).
Áudio de entrevista para o livro "Dias de Raiva" prova como o líder do Chega afirma ter-se sentido enganado pelo líder socialista enquanto eleitor. "De facto, via-o com firmeza, coragem. Gostava da forma de ele se exprimir e tudo. Enganou-me uma vez, mas não me enganou mais."
Presidente da República faz aquilo "a que é obrigado" depois do chumbo do Tribunal Constitucional.
No debate presidencial entre Henrique Gouveia e Melo e André Ventura, um dos temas centrais foi o novo chumbo do Tribunal Constitucional a várias normas da Lei da Nacionalidade.
Candidatos divergiram sobre revisão da lei laboral apresentada pelo executivo, SNS e a questão da promulgação da Lei da Nacionalidade. Papel da UE deixou os dois em acordo.
Enquanto os cidadãos sabem o que move e o que pensa a extrema-direita, da esquerda obtém-se um “nim” em vários assuntos. Isso revela uma fraqueza que afasta mais do que os pormenores programáticos em causa.
Líder do Chega repisou nos temas de sempre. Almirante, muito mais à vontade em debates, assumiu posição sobre perda de nacionalidade
O Tribunal Constitucional decidiu chumbar a lei da nacionalidade.
O candidato à presidência da República referiu ainda que entregou ao Tribunal Constitucional mais de 14.200 assinaturas.
Catarina Martins disse aguardar a decisão do TC, que "dirá aquilo que achar", mas considerou que a lei da nacionalidade, "tal como está, ofende" o que Portugal é.
Segundo o candidato presidencial, o Presidente da República não tem nas suas competências "imiscuir-se em negociações que envolvem, neste caso, as confederações sindicais e o Governo".
O Presidente da República disse esta sexta-feira que ainda não leu os decretos do parlamento sobre a lei da nacionalidade, mas que quer ver a fundamentação do pedido de fiscalização preventiva que o PS vai enviar ao Tribunal Constitucional.
Para o Chega, caso não se controle “quem entra em Portugal e a quem se dá nacionalidade”, então “o país tornar-se-á uma bandalheira a céu aberto”.