O que muda na nova Lei da Nacionalidade aprovada pelo Parlamento
Diploma segue agora para Belém para ser avaliado pelo novo Presidente da República.
Diploma segue agora para Belém para ser avaliado pelo novo Presidente da República.
Faz hoje dois anos que o primeiro-ministro tomou posse.
PSD e Chega anunciaram ter chegado a um acordo quanto a este diploma e outro que altera a lei da nacionalidade.
Votos a favor do PSD, Chega, IL e CDS garantiram a aprovação da lei.
"Lamentamos que não tenha sido possível fazer este entendimento com o PS", disse Hugo Soares.
Na opinião do deputado Fabian Figueiredo, algumas das alterações propostas pela AD continuam a ser inconstitucionais e, caso tal se verifique, o Presidente da República deve enviar o decreto para o TC, como estipula a lei.
Para serem aprovados, os dois diplomas precisam do voto favorável de 116 deputados: ou seja, além dos partidos que suportam o Governo, PSD e CDS-PP, ou o Chega ou o PS terão de votar a favor, não sendo suficiente a abstenção.
A nova proposta do PSD mantém a perda de nacionalidade, mas reduz o leque de crimes que podem levar a esta pena.
André Ventura diz que o partido vai avançar com "propostas próprias e autónomas" sobre o tema.
Luís Montenegro falava no debate quinzenal no parlamento, onde, além de anunciar medidas para mitigar os efeitos da guerra no Médio Oriente na economia, quis também sublinhar o que chamou de “agenda transformadora” do Governo.
O dirigente do PSD criticou José Luís Carneiro por ter hoje exigido ao primeiro-ministro explicações sobre a aparente falta de acordo.
Portugueses vão às urnas no dia 18 de janeiro. Isto é o que defende cada candidato presidencial nos temas da saúde, imigração, habitação ou defesa.
Em 2024 foram registados 149 casos e proposta do PSD prevê a atribuição de autorizações temporárias de residência.
O desespero que hoje sinto, mas por razões totalmente distintas, é ainda maior. Muito maior mesmo.
Para variar convido-vos esta semana para uma viagem esperançosa pelo ano que poderíamos ter tido.
Eurico Brilhante Dias promete que o partido vai "garantir um empenhado movimento de apoio aos trabalhadores e àqueles que querem uma lei laboral equilibrada e justa".